Se pudesse resumir o ano de 2010, resumiria na frase "aí, sim, fui surpreendido novamente", a frase célebre de Zagallo, dita em 1974 e ressucitada pelo Globo Esporte. De fato, neste último ano fui surpreendido de várias maneiras:
1 - No trabalho, me surpreendi com a minha capacidade de organização e liderança: peguei uma operação com produção de 200 cartões/mês, 4 pessoas, e termino o ano com produção/mês de mais de 6.000 cartões e de mais 110 pessoas. Foi um ano de viagens, seleções, demissões, reuniões, conferences, reuniões, encontros, etc., mas o resultado, no penúltimo sábado antes do Natal em que superamos Ceará e Pernambuco, foi simplesmente sensacional.
2 - Nunca imaginei que amaria alguém de maneira incondicional. Aí fui surpreendido com a gravidez de Claudia. Matheus nem nasceu e mudou totalmente a minha vida. Fiquei emotivo, chorão, mais bobo do que já era.
3 - Quando pensei que Matheus era somente alegria, fui surpreendido com a notícia do Boqueio Atrio-Ventricular do meu pequeno. A alegria continuou, mas a preocupação e as noites sem dormir vieram juntas. Fiquei mais emotivo e mais chorão do que eu já tinha me transformado.
4 - Amo muito minha mulher, mas nesse ano me surpreendi com o sentimento de companheirismo e amizade que surgiu nestes dias tão difíceis que passamos juntos.
5 - Acreditei que tinha um amigo e me surpreendi ao descobrir que tenho um super-amigo. Mesmo à distância Marcelo me deu o ombro pra chorar, chorou comigo, me aconselhou, me confortou e participou deste momento difícil de minha vida de forma ativa.
6 - Pensei que já havia conhecido pessoas espetaculares nessa vida, mas me surpreendi com Renato, pessoa de grande alma, sincero e grande coração.
Enfim, em 2010 fui surpreendido novamente!
Este blog já foi só meu, agora tem um outro dono: Matheus, meu pequeno, que vem para transformar esse coração duro num coração bobão, sentimental e chorão.
sábado, dezembro 25, 2010
segunda-feira, dezembro 20, 2010
Sobre emoção e choro
Chorei muito na última ultrassom de Matheus. Aliás, foi a ultrassom que eu mais chorei. E poderia dizer que foi:- Um choro de felicidade, pela novidade que se inicia. Sempre quiz ser pai, e naquele momento percebi que um sonho estva se realizando.
- Um choro de temor, pelo receio de não ser o pai que sempre sonhei, podendo dar tudo o que sempre quiz ao meu filho.
- Um choro de até breve, pois algumas coisas que planejei serão adiadas. Agora tenho que me dedicar ao meu pequeno, ele estará entre as minhas prioridades.
- Um choro de adeus, pois a antiga vida de marido acabou; agora se inicia a fase de pai.
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Sobre os aprendizados da vida.
A vida nos dá muitas lições e a medida que amadurecemos somos reflexo dos aprendizados desas lições. Tenho pensado muito sobre a minha vida, meu passado, meu presente e meu futuro e percebo, a cada dia, o quanto sou o reflexo de toda uma história de vida.
O primeiro susto que tive foi a perda de um amigo, aos 6 ou 7 anos de idade. Nem sabia o que era morte, mas fiquei sabendo que nunca mais o veria. É estranho, mas a lembrança de Sóstenes veio há pouco menos de 3 anos e recordo-me dele, bem como do dia em que faleceu, com a igreja lotada para o velório. Aprendi que algumas pessoas somem da nossa vida e nunca mais a veremos.
Depois veio a distância de Bruno, amigo da rua, que brincávamos todo o dia e toda hora. Mudou-se para um outro bairro, distante, e raramente nos víamos. Aprendi que a distância física muda as pessoas.
Quando mudei de escola, na oitava série, deixei para trás muitas pessoas. Aprendi que existe diferença entre colega de escola e amigo do peito. Acho que nunca tive um amigo de verdade no Maria Vestina.
Ao chegar no IEGS reencontrei alguns colegas de infância que estudaram comigo na “Escolinha da Pró Lela” e aprendi que pessoas maravilhosas cruzam o nosso caminho e nem sempre percebemos isso.
Quando comecei a andar com Lucas, pessoa maravilhosa, auto-astral e extremamente irresponsável, aprendi que a vida não pode ser levada tão a sério, que era necessário relaxar e curtir as coisas boas desse mundo.
Quando Bruno, amigo de infância que sumiu, reapareceu, aprendi que pessoas vão e vem e só nos cabe, muitas vezes, torcer para que isso aconteça, mas sem neuras e expectativas.
Quando meu irmão faleceu e dias antes eu quis lhe dar um abraço e dizer-lhe o quanto o amava e não o fiz, aprendi que não podemos guardar os nossos sentimentos, que precisamos expressar os sentimentos a quem amamos pois não sabemos o dia de amanhã.
Quando entrei na faculdade, conheci muitas pessoas e a última pessoa a me aproximar se tornou o que hoje é meu melhor amigo. Aprendi com Marcelo que não importa o quanto somos inicialmente diferentes, em algum a coisa todas as nossas vidas são iguais: somos seres humanos, com alegrias e frustrações, carentes de um amigo para dividir essas tristezas. E, à medida que amadurecemos juntos, nos tornamos mais parecidos ainda.
Quando vim para São Paulo e fui dividir apartamento com o Rick, aprendi que as pessoas surgem do nada e, de repente, já a amamos e a consideramos da família. Rick foi, por três anos, alguém da família, que sabia muito mais da minha vida do que meus próprios irmãos.
Quando Rick foi embora e Rafael veio morar comigo, aprendi que as pessoas são diferentes e que uma mesma causa não tem o mesmo efeito. Rafael era gente boa, legal, mas nunca foi da família, amigo de verdade.
No Mc Donald´s aprendi que um ambiente de trabalho nos trás ótimas surpresas e lá encontrei amigos de verdade: Fernanda, Bruno, Josy, Alessandrão e Alan, sem falar do Plinio, Loander, Marcela, Loilson, André e Roberta.
Com Jennifer aprendi que pessoas muito iguais não dão certo, porque o que queremos é alguém que nos complete, que mude a nossa situação e nossa cabeça.
Com Claudia aprendi que a vida dá muitas voltas e depois de um breve namoro (8 meses), nos reencontramos, casamos e somos felizes. A vida me ensinou que tudo tem o seu tempo e não adianta “forçar a barra”.
Com Renato aprendi que pessoas maravilhosas surgem em nossas vidas no momento errado. Tínhamos tudo para sermos grandes amigos, irmos para as farras, nos divertirmos, darmos boas gargalhadas mas o momento, que é propício para ele, já passou para mim. Aprendi, ainda, que essa situação já aconteceu outras vezes e muitas vezes não nos damos conta disso.
Com meu Matheus estou reaprendendo a ter fé e acreditar no impossível. Estou reaprendendo a amar, a chorar, a me emocionar, a querer bem a quem nem conheço. Estou aprendendo que tenho uma responsabilidade incrível com um ser humano indefeso que foi gerado num momento de amor e que estará e será para sempre a minha vida. Que ele estará sempre ao meu lado na infância, que se afastará na adolescência para ficar mais próximo dos amigos, que se reaproximará quando jovem e que se afastará fisicamente quando casar, mas nesta fase nos reaproximaremos de coração pois perceberá o quanto somos parecidos e finalmente entenderá muita coisa que eu fiz por ele.
sábado, dezembro 04, 2010
quinta-feira, novembro 25, 2010
Cansei!
Sinceramente estou cansado! Aliás, muito cansado! Fisica e mentalmente cansado!
Estou trabalhando demais, sem tempo para me dedicar a minha mulher e meu filho. E o pior é que parece que não tenho tempo suficiente para o trabalho. Também não tenho tempo para malhar.
Paralelo a tudo isso, estou cansado de me dedicar tanto ao trabalho e os resultados não sairem da maneira como gostaria. Além disso, estou vendo que tenho me dedicado a muitas pessoas que não correspondem.
Resumindo: Que merda!
Estou trabalhando demais, sem tempo para me dedicar a minha mulher e meu filho. E o pior é que parece que não tenho tempo suficiente para o trabalho. Também não tenho tempo para malhar.
Paralelo a tudo isso, estou cansado de me dedicar tanto ao trabalho e os resultados não sairem da maneira como gostaria. Além disso, estou vendo que tenho me dedicado a muitas pessoas que não correspondem.
Resumindo: Que merda!
domingo, novembro 14, 2010
Mudanças do Blog
Essas eram as descrições do meu Blog. Mudarei, assim como já mudei o lay-out, dando um ar mais infantil, uma vez que minha vida agora se chama Matheus.
Abertura
Ainda não sei o porquê de fazer um Blog, mas o estou fazendo. Isso nega todo o princípio de um diário, já que um diário é algo pessoal. Ter um Blog é expor para o mundo quem você realmente é e isso, a princípio, assusta. Mas já que comecei com essa ideia, vou seguir adiante. Aqui vou escrever sobre fatos recentes e sobre lembranças, tentando registrar momentos importantes da vida para que estes não se apaguem para sempre da memória.
Quem sou eu
Deixo tudo assim não me importo em ver a idade em mim, ouço o que convém. Eu gosto é do gasto. Sei do incômodo e ela tem razão quando vem dizer que eu preciso sim de todo o cuidado. E seu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz quem então agora eu seria? Tanto faz que o que não foi não é. Eu sei que ainda vou voltar... MAs eu quem será?
Deixo tudo assim, não me acanho em ver vadade em mim. Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Sei do escândalo e eles têm razão quando vêm dizer que eu não sei medir nem tempo e nem medo. E seu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado? Ora, se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão!
Ah, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser aceito a condição.
Vou levando assim que o acaso é amigo do meu coração quando fala comigo, quando eu sei ouvir...
Abertura
Ainda não sei o porquê de fazer um Blog, mas o estou fazendo. Isso nega todo o princípio de um diário, já que um diário é algo pessoal. Ter um Blog é expor para o mundo quem você realmente é e isso, a princípio, assusta. Mas já que comecei com essa ideia, vou seguir adiante. Aqui vou escrever sobre fatos recentes e sobre lembranças, tentando registrar momentos importantes da vida para que estes não se apaguem para sempre da memória.
Quem sou eu
Deixo tudo assim não me importo em ver a idade em mim, ouço o que convém. Eu gosto é do gasto. Sei do incômodo e ela tem razão quando vem dizer que eu preciso sim de todo o cuidado. E seu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz quem então agora eu seria? Tanto faz que o que não foi não é. Eu sei que ainda vou voltar... MAs eu quem será?
Deixo tudo assim, não me acanho em ver vadade em mim. Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Sei do escândalo e eles têm razão quando vêm dizer que eu não sei medir nem tempo e nem medo. E seu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado? Ora, se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão!
Ah, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser aceito a condição.
Vou levando assim que o acaso é amigo do meu coração quando fala comigo, quando eu sei ouvir...
Blog do Manoel virou Blog do Manoel e do Matheus
Tenho pensado se devo fazer um Blog só para o Matheus, falando das experiências de ser pai. Sinceramente acredito que um blog com títulos como "de pai para filho", "blog do paizão", etc., teriam um maior acesso, mas não estou aqui para chamar a atenção. Ok, poderia dividir com outros pais essa experiência, mas nesse momento acabaria por inutilizar esse blog, já que minha vida está intimamente ligada ao meu filho.
A cada dia venho lendo mais sobre como é ser pai, sobre as emoções, sobre a felicidade. Leio, me emociono, fico feliz. Tenho procurado também dicas de qual o papel do pai na gestação, o que devemos fazer neste momento tão delicado e importante da nossa vida. E, com base no que venho lendo e nos meus sentimentos, postarei aqui sobre essa nova fase de minha vida.
A cada dia venho lendo mais sobre como é ser pai, sobre as emoções, sobre a felicidade. Leio, me emociono, fico feliz. Tenho procurado também dicas de qual o papel do pai na gestação, o que devemos fazer neste momento tão delicado e importante da nossa vida. E, com base no que venho lendo e nos meus sentimentos, postarei aqui sobre essa nova fase de minha vida.
sábado, novembro 13, 2010
BAV - BAV - BAV - BAV
Bloqueio Atrioventricular: nunca um nome de doença ficou tão forte em minha cabeça. Já li tudo sobre esse problema na net, não consigo me concentrar em nada. Meu Deus, dai-me força. Opera um milagre em meu Matheus!
sábado, novembro 06, 2010
Sentimentos à flor da pele
E de repente um turbilhão de emoções no meu coração, que começaram nessa ordem:
1 - Perdi um grande amigo, uma pessoa mais do que especial;
2 - Dia de Finados e a saudade de meu irmão;
3 - Na ultrassonografia do meu bebê deu Bloqueio atrioventricular fetal. Não sabemos o que pode acontecer com ele, pode ser que medicação, via Cláudia, resolva ou então necessite de cirurgia e implantação de marcapasso quando do nascimento da criança.
Sinceramente não estou aguentando. Terça-feira passei o dia choroso e quinta chorei por 3 horas consecutivas, desaguando todas as lágrimas que eu achava que haviam acabado.
Preciso de força, preciso me apegar mais a Deus para vencer mais essa batalha.
1 - Perdi um grande amigo, uma pessoa mais do que especial;
2 - Dia de Finados e a saudade de meu irmão;
3 - Na ultrassonografia do meu bebê deu Bloqueio atrioventricular fetal. Não sabemos o que pode acontecer com ele, pode ser que medicação, via Cláudia, resolva ou então necessite de cirurgia e implantação de marcapasso quando do nascimento da criança.
Sinceramente não estou aguentando. Terça-feira passei o dia choroso e quinta chorei por 3 horas consecutivas, desaguando todas as lágrimas que eu achava que haviam acabado.
Preciso de força, preciso me apegar mais a Deus para vencer mais essa batalha.
quinta-feira, novembro 04, 2010
quarta-feira, novembro 03, 2010
Sobre as mudanças da vida: ser pai
A coisa mais importante na vida de um menino, é seu pai. A melhor coisa que há. Você faz o que ele manda, você faz o que ele faz... (da série The Wonder Years)
Vou ser pai. Minha esposa está de 5 meses e já sinto as dores e delícias dessa nova fase da vida. Quando descobri, não me cabia de alegria; ao vê-lo pela primeira vez, na ultrassom, não me contive e chorei demais; ao senti-lo mexendo, parecia um bobo; e agora, ao descobrir que ele está doente, me desesperei.
Já são duas noites sem dormir nessa agonia. Na segunda, 01/11, fomos fazer ultrassonografia e a médica disse que os batimentos cardíacos dele estavam muito baixos e pediu que retornássemos na terça-feira. Não bastasse a tristeza do Dia de finados, veio a notícia: ele está com uma veia do coraçãozinho que não está bombeando sangue como deveria, por isso a frequência está baixa. Fomos à obstetra hoje, 03/11, que nos indicou um especialista fetal, além de solicitar um ecocardiograma fetal.
E no meio de toda essa agonia, após falar com Marcelo, meu pai e Bruno, liguei para a minha mãe que me disse: "você é igualzinho ao seu pai, se preocupa demais. Quando eu estava grávida, era assim mesmo; quando vocês nasceram e adoeciam, ele não dormia. Vai dar tudo certo".
Após ouvir essas palavras de minha mãe, pensei muito em meu pai e encontrei a frase acima que reproduzi. Quando eu era criança, achava o meu pai o máximo: queria saber o que ele sabia, fazer as coisas que ele fazia, ter as atitudes que ele tinha. Aí veio a adolescência e, na fase da revolta, algumas coisas que você via como brilhantes deixam de ser. Não entendia muitas atitudes do meu velho e, por um momento, meu super-herói já não era tão super. Aí vem a fase adulta, em que você percebe o quanto você foi brilhante e o quanto você foi idiota. E agora, que serei pai, mais do que nunca percebo o quanto aquele cara foi brilhante; o quanto ele se dedicou; o quanto ele quiz o melhor para mim; o quanto ele quiz que eu fosse feliz; e o quanto eu fui feliz ao lado dele. Espero que eu consiga inspirar meu filho o quanto ele me inspirou.
Vou ser pai. Minha esposa está de 5 meses e já sinto as dores e delícias dessa nova fase da vida. Quando descobri, não me cabia de alegria; ao vê-lo pela primeira vez, na ultrassom, não me contive e chorei demais; ao senti-lo mexendo, parecia um bobo; e agora, ao descobrir que ele está doente, me desesperei.
Já são duas noites sem dormir nessa agonia. Na segunda, 01/11, fomos fazer ultrassonografia e a médica disse que os batimentos cardíacos dele estavam muito baixos e pediu que retornássemos na terça-feira. Não bastasse a tristeza do Dia de finados, veio a notícia: ele está com uma veia do coraçãozinho que não está bombeando sangue como deveria, por isso a frequência está baixa. Fomos à obstetra hoje, 03/11, que nos indicou um especialista fetal, além de solicitar um ecocardiograma fetal.
E no meio de toda essa agonia, após falar com Marcelo, meu pai e Bruno, liguei para a minha mãe que me disse: "você é igualzinho ao seu pai, se preocupa demais. Quando eu estava grávida, era assim mesmo; quando vocês nasceram e adoeciam, ele não dormia. Vai dar tudo certo".
Após ouvir essas palavras de minha mãe, pensei muito em meu pai e encontrei a frase acima que reproduzi. Quando eu era criança, achava o meu pai o máximo: queria saber o que ele sabia, fazer as coisas que ele fazia, ter as atitudes que ele tinha. Aí veio a adolescência e, na fase da revolta, algumas coisas que você via como brilhantes deixam de ser. Não entendia muitas atitudes do meu velho e, por um momento, meu super-herói já não era tão super. Aí vem a fase adulta, em que você percebe o quanto você foi brilhante e o quanto você foi idiota. E agora, que serei pai, mais do que nunca percebo o quanto aquele cara foi brilhante; o quanto ele se dedicou; o quanto ele quiz o melhor para mim; o quanto ele quiz que eu fosse feliz; e o quanto eu fui feliz ao lado dele. Espero que eu consiga inspirar meu filho o quanto ele me inspirou.
terça-feira, novembro 02, 2010
Há mais de dois anos que não posto... Perdi o hábito de escrever textos mais longos. Primeiro por falta de tempo pois casar não é só sexo, é estar ao lado, acompanhar, dar carinho, atenção, dedicação, etc. Segundo porque tenho trabalhado muito: no início de 2009 fui transferido para Itaquera e agora estou mais próximo de casa mas, como fui promovido, minha responsabilidade aumentou de maneira geométrica.
Dizem que os filhos mudam as pessoas e Matheus segue a regra: ainda está na barrig
a da mãe (5 meses) e já me transformou num sentimental chorão. Não consigo imaginar minha vida sem ele, me emociono a cada ultrassonografia, penso em dar o melhor de mim para que ele tenha o melhor para si, já pensei em mudar de cidade para que ele tenha uma melhor qualidade de vida, mas penso em ficar em São Paulo pois aqui teremos mais recursos médicos caso haja algum problema de saúde...
a da mãe (5 meses) e já me transformou num sentimental chorão. Não consigo imaginar minha vida sem ele, me emociono a cada ultrassonografia, penso em dar o melhor de mim para que ele tenha o melhor para si, já pensei em mudar de cidade para que ele tenha uma melhor qualidade de vida, mas penso em ficar em São Paulo pois aqui teremos mais recursos médicos caso haja algum problema de saúde...Pois é, em menos de 3 anos, duas grandes mudanças: primeiro deixei minha vida boêmio para me dedicar a mulher que amo e agora divido esse amor com o Matheus.
terça-feira, junho 10, 2008
Casei
Foi no dia 12 de abril, na casa de meus pais, o dia mais importante da minha vida! Casei com a mulher que tanto amei e que relutava em assumir.
Cheguei na Bahia no dia 10/04, às 16:00 e minha mulher, com minha irmã e meu sobrinho já me esperavam no aeroporto. Fomos direto para Feira de Santana experimentar minha roupa (um meio-fraque). Depois fomos para casa, mas no caminho o pneu furou e acabamos atrasando.
No dia 11/04 foi aquela correria: fazer compra, ajeitar os detalhes, providenciar mais detalhes... E no fim da noite, a tradicional cerveja de despedida com os amigos. No dia 12, mais correria, mais detalhes, até as 18:00, momento em que parei e fui tomar banho para me arrumar.
Fui a casa de Dona Alzira e comecei a "produção", regado a licor de chocolate que Vaninha me serviu. Vesti a roupa ajudado por Gel, que também fez a maquiagem, já dando início a sessão de fotos! O som quase não funcionava e o stress começou a tomar conta, até que finalmente foi tudo resolvido. Começa, então a cerimônia: ao som de voz e violão (Beto tocando e cantando), entro com "Não precisa mudar", de Ivete Sangalo e Saulo; depois os padrinhos (Diogo e Célia, Carla e Marcelo, Alone e Fabio, Cassia e Cleidison), com "Noites com Sol", de Flavio Venturini; a florista (Mariana) com "É você", dos Tribalistas; e finalmente a noiva, que escolheu a música (Olha, de Roberto Carlos na versão de Bethania) e me surpreendeu, juntamente com Maria Eduarda, segurando as alianças. Claudia estava extremamente nervosa e eu também acabei ficando muito nervoso.
O Pastor Balbino começou a celebração e, no momento das assinaturas, as duas primas e o primo de Claudia cantaram um hino lindo, que depois descobrimos ser "Sou grato a Deus", de Cassiane e Jairinho. No momento da pergunta, estávamos tão ansiosos que respondemos o "sim" antes da hora. Terminado a cerimônia (quase não tinha o beijo, o Pastor esqueceu), saímos ao som de "Um amor puro", de Djavan. Tudo orquestrado e organizado por Marleide, Yara e Robério (a equipe do cerimonial). Depois veio a fila dos parabéns, , as fotos com família, amigos e padrinhos, mais fotos sozinhos, até finlmente sentarmos e aproveitarmos a festa.
Depois da festa a noite de núpcias, no Xodó Motel, em Pombal, mas esses detalhes não posso contar (rs). No dia seguinte, almoço com a minha família, os amigos de Feira, Salvador, e Senhor do Bonfim (Telma, Evilásio e seus três filhos, que não os via há mais de dez anos). No dia 14/05, a despedida da Bahia e o retorno para São Paulo, para viver essa nova e maravilhosa experiência, que é sair de casa pensando em voltar para encontrar a pessoa que ama.
Cheguei na Bahia no dia 10/04, às 16:00 e minha mulher, com minha irmã e meu sobrinho já me esperavam no aeroporto. Fomos direto para Feira de Santana experimentar minha roupa (um meio-fraque). Depois fomos para casa, mas no caminho o pneu furou e acabamos atrasando.
No dia 11/04 foi aquela correria: fazer compra, ajeitar os detalhes, providenciar mais detalhes... E no fim da noite, a tradicional cerveja de despedida com os amigos. No dia 12, mais correria, mais detalhes, até as 18:00, momento em que parei e fui tomar banho para me arrumar.
Fui a casa de Dona Alzira e comecei a "produção", regado a licor de chocolate que Vaninha me serviu. Vesti a roupa ajudado por Gel, que também fez a maquiagem, já dando início a sessão de fotos! O som quase não funcionava e o stress começou a tomar conta, até que finalmente foi tudo resolvido. Começa, então a cerimônia: ao som de voz e violão (Beto tocando e cantando), entro com "Não precisa mudar", de Ivete Sangalo e Saulo; depois os padrinhos (Diogo e Célia, Carla e Marcelo, Alone e Fabio, Cassia e Cleidison), com "Noites com Sol", de Flavio Venturini; a florista (Mariana) com "É você", dos Tribalistas; e finalmente a noiva, que escolheu a música (Olha, de Roberto Carlos na versão de Bethania) e me surpreendeu, juntamente com Maria Eduarda, segurando as alianças. Claudia estava extremamente nervosa e eu também acabei ficando muito nervoso.
O Pastor Balbino começou a celebração e, no momento das assinaturas, as duas primas e o primo de Claudia cantaram um hino lindo, que depois descobrimos ser "Sou grato a Deus", de Cassiane e Jairinho. No momento da pergunta, estávamos tão ansiosos que respondemos o "sim" antes da hora. Terminado a cerimônia (quase não tinha o beijo, o Pastor esqueceu), saímos ao som de "Um amor puro", de Djavan. Tudo orquestrado e organizado por Marleide, Yara e Robério (a equipe do cerimonial). Depois veio a fila dos parabéns, , as fotos com família, amigos e padrinhos, mais fotos sozinhos, até finlmente sentarmos e aproveitarmos a festa.
Depois da festa a noite de núpcias, no Xodó Motel, em Pombal, mas esses detalhes não posso contar (rs). No dia seguinte, almoço com a minha família, os amigos de Feira, Salvador, e Senhor do Bonfim (Telma, Evilásio e seus três filhos, que não os via há mais de dez anos). No dia 14/05, a despedida da Bahia e o retorno para São Paulo, para viver essa nova e maravilhosa experiência, que é sair de casa pensando em voltar para encontrar a pessoa que ama.
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
A chatice em que se transformou o futebol brasileiro
A última semana futebolística no Brasil fez com que eu constatasse aquilo que eu já havia percebido: o futebol brasileiro está ficando muito chato! Aliás, ficando não, está um saco. Existem dois motivos principais: o excesso de faltas e pênaltis (parte por maudade dos jogadores e outra parte pelo medo dos juízes) e a criação da máxima do "insulto e incitação à violência". Mas deixe-me explicar melhor.
No Brasil, qualquer chegada mais dura é falta. Qualquer contato maior, é falta. Para os comentaristas, o "excesso de vontade", é falta. As câmeras ficam o tempo todo mostrando lances, dos mais diversos ângulos, paramostrar que houve contato de um jogador com outro. Ora pois, futebol é um esporte de contato: quem não gosta de contato joga basquete (não estou criticando o basquete, mas este esporte é um jogo de faltas sem parar). Na Europa, metade das "faltas" que são apitadas aqui, não são apitadas lá. Porém, não há tanta maudade nas entradas realmente faltosas e os jogadores são punidos de maneira mais severa. E os pênalties? É risível o que os juízes apitam de pênalties absurdos. Aquele pênalty que o Fábio Luciano recebeu no jogo da final da Taça Guanabara foi um absurdo. E o pior é que a imprensa esportiva local ainda concorda e sempre fala: foi penalty (ou falta), mas na Europa isso não seria marcado. Porém, esquecem que não precisam ir até a Europa para perceberem a disparidade: jogo da Libertadores é cheio de "faltas que nessa competição não são marcadas". Ou seja, saem perdendo os torcedores e jogadores.
Por outro lado, dando continuidade a final da Taça Guanabara, a comemoração de Souza, do Flamengo, no jogo contra o Cienciano pela Taça Libertadores na quarta-feira, 27/02, deu o que falar. Para quem não viu, Souza comemorou "chorando", provocando o time e torcida e do Botafogo que reclamaram da arbitragem na final da TG. A repercussão deveu-se a "falta de profissionalismo, desrespeito ao Botafogo, incitação à violência" dentre outras besteiras. Não sou tão velho, mas acompanhei uma fase mais divertida do futebol brasileiro:
- Edilson, capetinha, fazendo embaixadinhas no momento em que o Corinthians goleava o Palmeiras;
- Só de raiva, Paulo Nunes, após conquista da Libertadores, colocou a máscara de "gueixa" em homenagem aos Corinthianos;
- Edmundo, animal, acabava com o jogo (na porrada ou na bola);
- Marcelinho, pé de anjo, não era nenhum santo, muito pelo contrário, era um dos jogadores mais odiados do futebol brasileiro;
- Renato Gaúcho, sempre polêmico, dizendo que era o "Rei do Rio", após um gol de barriga contra o Flamengo na final do Carioca;
- Romário, que disse que se Renato era o "rei", ele era o "deus";
- E quando juntaram Romário e Edmundo no Flamengo? "O lê lê/ O lá lá/ Bad Boys vêm aí/ E o bicho vai pegar. Foi com esse rap que eles se apresentaram à imprensa, já declarando o que realmente eram. Ok, nas quatro linhas não deu certo, mas depois eles novamente juntaram-se no Vasco e veio a polêmica: "agora a corte está completa, o rei, o palhaço e o bobo";
- Vampeta, criticando os "bambis" e dizendo que o Morumbi era o salão de festas do Corinthians.
O futebol há muito tem deixado de ser engraçado. Diego dançou em cima do escudo do São Paulo (São PauloXSantos) e quase apanha pelo "desrespeito"; Souza "chora" e é falta de ética; qualquer um sorri e é brincadeira de mau gosto; qualquer dança (o "créu" do Botafogo em frente a torcida do Flamengo na primeira fase do Carioca) é incitação à violência. Pelo amor de Deus, alguém salve o Futebol!
No Brasil, qualquer chegada mais dura é falta. Qualquer contato maior, é falta. Para os comentaristas, o "excesso de vontade", é falta. As câmeras ficam o tempo todo mostrando lances, dos mais diversos ângulos, paramostrar que houve contato de um jogador com outro. Ora pois, futebol é um esporte de contato: quem não gosta de contato joga basquete (não estou criticando o basquete, mas este esporte é um jogo de faltas sem parar). Na Europa, metade das "faltas" que são apitadas aqui, não são apitadas lá. Porém, não há tanta maudade nas entradas realmente faltosas e os jogadores são punidos de maneira mais severa. E os pênalties? É risível o que os juízes apitam de pênalties absurdos. Aquele pênalty que o Fábio Luciano recebeu no jogo da final da Taça Guanabara foi um absurdo. E o pior é que a imprensa esportiva local ainda concorda e sempre fala: foi penalty (ou falta), mas na Europa isso não seria marcado. Porém, esquecem que não precisam ir até a Europa para perceberem a disparidade: jogo da Libertadores é cheio de "faltas que nessa competição não são marcadas". Ou seja, saem perdendo os torcedores e jogadores.
Por outro lado, dando continuidade a final da Taça Guanabara, a comemoração de Souza, do Flamengo, no jogo contra o Cienciano pela Taça Libertadores na quarta-feira, 27/02, deu o que falar. Para quem não viu, Souza comemorou "chorando", provocando o time e torcida e do Botafogo que reclamaram da arbitragem na final da TG. A repercussão deveu-se a "falta de profissionalismo, desrespeito ao Botafogo, incitação à violência" dentre outras besteiras. Não sou tão velho, mas acompanhei uma fase mais divertida do futebol brasileiro:
- Edilson, capetinha, fazendo embaixadinhas no momento em que o Corinthians goleava o Palmeiras;
- Só de raiva, Paulo Nunes, após conquista da Libertadores, colocou a máscara de "gueixa" em homenagem aos Corinthianos;
- Edmundo, animal, acabava com o jogo (na porrada ou na bola);
- Marcelinho, pé de anjo, não era nenhum santo, muito pelo contrário, era um dos jogadores mais odiados do futebol brasileiro;
- Renato Gaúcho, sempre polêmico, dizendo que era o "Rei do Rio", após um gol de barriga contra o Flamengo na final do Carioca;
- Romário, que disse que se Renato era o "rei", ele era o "deus";
- E quando juntaram Romário e Edmundo no Flamengo? "O lê lê/ O lá lá/ Bad Boys vêm aí/ E o bicho vai pegar. Foi com esse rap que eles se apresentaram à imprensa, já declarando o que realmente eram. Ok, nas quatro linhas não deu certo, mas depois eles novamente juntaram-se no Vasco e veio a polêmica: "agora a corte está completa, o rei, o palhaço e o bobo";
- Vampeta, criticando os "bambis" e dizendo que o Morumbi era o salão de festas do Corinthians.
O futebol há muito tem deixado de ser engraçado. Diego dançou em cima do escudo do São Paulo (São PauloXSantos) e quase apanha pelo "desrespeito"; Souza "chora" e é falta de ética; qualquer um sorri e é brincadeira de mau gosto; qualquer dança (o "créu" do Botafogo em frente a torcida do Flamengo na primeira fase do Carioca) é incitação à violência. Pelo amor de Deus, alguém salve o Futebol!
sábado, fevereiro 16, 2008
Minha noiva (e futura esposa) veio passar as férias comigo. Já fazem quase 20 dias que ela está aqui e por isso não postei nada, pois, como dizem os hermanos "e só de te ver eu penso em trocar a minha tv (ou pc) por um jeito de te levar a qualquer lugar que você queira". Ela voltará para a Bahia amanhã e agora fui me dar conta do que serão esses dois meses sem a sua presença (ela está na casa dos tios). Não sei o que fazer: já olhei para a rua várias vezes, para o relógio mais de mil, olhei o telefone torcendo para que ele tocasse, ouvi passos no corredor achando que era ela, fiquei torcendo para a campainha tocar e até agora nada!
Realmente, serão dias difíceis!
" acho que, de certa forma, todos somos rejeitados. Isso até que a gente ache alguém que combine com a gente, alguém que nos desafie a ser o melhor que pudermos. Alguém que nos entenda, mesmo quando damos o pior de nós. Foi aí que comecei a perceber como isso era raro..." (da série Anos Incríveis).
Realmente, serão dias difíceis!
" acho que, de certa forma, todos somos rejeitados. Isso até que a gente ache alguém que combine com a gente, alguém que nos desafie a ser o melhor que pudermos. Alguém que nos entenda, mesmo quando damos o pior de nós. Foi aí que comecei a perceber como isso era raro..." (da série Anos Incríveis).
sábado, janeiro 05, 2008
Vou casar!
"Vou casar"! Foi dessa maneira que comuniquei a minha família, ontem a noite, após o jantar, uma das decisões mais importantes! Na verdade essa já era uma idéia amadurecida desde junho de 2007, quando resolvi arrumar minha casa, trocando todos os móveis e pintando as paredes. Fiz aquilo pensando na possibilidade do casamento e até pedi a opinião a Cláudia de algumas coisas. Comprei também algumas roupas de cama e banho para usarmos depois.
A primeira pessoa que assumi esse meu desejo foi para o Bruno, amigo-irmão de todas as horas. Depois conversei, vagamente, com Fernanda. E a pessoa que soube de tudo foi o Breno. Aliás, não só soube como também foi o maior incentivador dessa decisão. Ele sempre dizia: você fala dela de maneira diferente, seus olhos brilham, diferentemente de quando vc fala de outras.
Foi aí que conversei, abertamente, com Marcelo e te disse que só não a tinha pedido em casamento por que não sabia ao certo dos meus sentimentos e ele me disse algo que mexeu muito com minha cabeça: talvez você não saiba por que ainda não a perdeu. E quase enlouqueci quando pensei na hipótese de perdê-la.
Quando a vi fiquei eletrizado. Não sabia o que falar nem o que fazer. Conversamos amenidades, namoramos e no Reveillon, num momento especial, a pedi em casamento e ela disse "sim". No outro dia resolvi não contar a minha família, preferi sentir que ela estava realmente disposta a largar o trabalho e a vida de Feira de Santana para depois comunicar. E isso aconteceu na quinta, mas não achei o momento certo. Acabei fazendo-o na sexta a noite.
Foram tantas perguntas e questões de todos, mas preferi ser breve nas respostas. Sempre fui muito reservado e prefiro decidir para depois comunicar: não sou de externar os planos. E como as únicas certezas são que eu amo essa mulher e que eu quero estar ao seu lado para sempre, resolvi ser breve nas respostas.
O que eu também não entendo
O que eu também não entendo
(Fernanda Mello e Rogério Flausino)
Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos
Traduzidos em palavras
Prá que você possa entender
O que eu também não entendo...
Amar não é ter que ter
Sempre certeza
É aceitar que ninguém
É perfeito prá ninguém
É poder ser você mesmo
E não precisar fingir
É tentar esquecer
E não conseguir fugir, fugir...
Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém
É por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito
Mas com você eu posso ser
Até eu mesmo
Que você vai entender...
Posso brincar de descobrir
Desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos
E até minhas coisas fúteis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo
Mas com você
Eu tô tranquilo, tranquilo...
Agora o que vamos fazer
Eu também não sei
Afinal, será que amar
É mesmo tudo?
Se isso não é amor
O que mais pode ser?
Tô aprendendo também...
quinta-feira, dezembro 27, 2007
Férias
Estou de férias! Nada melhor do que um período para descansar, rever a família, amigos, recarregar as baterias e preparar-se para mais um ano de luta! Cheguei em Cipó dia 22/01, à noite e este ano estou mais contido do que nos anos anteriores: menos cerveja, menos comida, curtindo mais minha família e com mais qualidade de vida! Estou indo a Pombal malhar (comecei ontem) e não pretendo perder esse hábito! Sei que não emagrecerei aqui, mas engordar 9 kg, como no ano passado, não dá.
Meu Natal foi maravilhoso, com as pessoas que amo. Faltaram alguns amigos, mas esse é o preço de tornar-se nômade: dificilmente estaremos reunidos com todas as pessoas que amamos! Tenho certeza que ainda tenho muito o que me divertir: tem pelo menos o Reveillon, aniversário de Geovanna, de Tinha, de Meire e Festa de Reis! E com certeza ainda surgirão mais festas e bagunças por aki.
Meu Natal foi maravilhoso, com as pessoas que amo. Faltaram alguns amigos, mas esse é o preço de tornar-se nômade: dificilmente estaremos reunidos com todas as pessoas que amamos! Tenho certeza que ainda tenho muito o que me divertir: tem pelo menos o Reveillon, aniversário de Geovanna, de Tinha, de Meire e Festa de Reis! E com certeza ainda surgirão mais festas e bagunças por aki.
terça-feira, dezembro 18, 2007
O ano de 2007
Se pudesse classificar o ano de 2007, diria que foi o ano do aprendizado. em 2007:- Aprendi que minha família não é tão "pura" e que tem problemas lamentáveis como todas as outras: Tinha e Meire, vocês me deixaram muito triste e decepcionado!
- Aprendi que minha família consegue se reerguer e voltar a ser, verdadeiramente, uma família: Meninas, valeu pelas pazes.
- Aprendi que, apesar da diferença de idade, irmãos são sempre irmãos: Janilson, valeu pela companhia!
- Aprendi que, por mais que o tempo passe, a dor da perda de Januy não passa, mas estagna ou aumenta: Meu irmão, te amo para sempre e nunca te esquecerei!
- Aprendi que, por mais que você tente, a mudança no dia-a-dia afasta algumas pessoas que você ama: Josy, saudades; Fernanda, estou decepcionado; Bruno, cadê você, meu filho?
- Aprendi que a distância muda radicalmente as pessoas e não mais podemos classificá-los como amigos, mas a lembrança e o carinho ficam para sempre: Rick, que pena que você sumiu! Te amo, meu amigo.
- Aprendi que, apesar da distância, outros amigos são para sempre: Marcelo (Zé), a cada dia que passa me surpreendo mais e mais com você. Te amo de verdade!
- Aprendi que a vida é maravilhosa e que, a cada dia, conhecemos pessoas especiais que se tornam nosso amigo muito rápido: Breno, "filhão, obrigado por você existir e fazer parte da minha vida. Beijo do paizão"!
- Aprendi que alguns amores do passado, mulheres que outrora eram perfeitas, não passam de "piada", e o quanto fui imbecil de pensar que eram perfeitas: J, obrigado por você ter me feito sofrer!
- Aprendi que outros amores do passado são para sempre e que precisamos resolvê-los: Cláudia, conversaremos em Cipó!
- Aprendi que não adianta conhecermos pessoas interessantes no momento errado: Paty, você é uma mulher de fibra!
- Aprendi que devemos estar preparados para as turbulências do trabalho e, depois de um primeiro semestre muito bom, agonizei um segundo semestre muito ruim: Sérgio, valeu pela confiança!
- Aprendi que não existe equipe perfeita e que os problemas é que fazem delas inesquecíveis: Flávia, Rosi, Dani, aprendi muito com vocês!
- Aprendi que, por mais que tentemos, o passado não muda e que devemos aprender a lidar com os nossos medos: estou tentando me livrar deles, quero cantar "Ei medo/ Eu não te escuto mais/ Você não me leva a nada".
- Aprendi que não existe ano perfeito e que sempre teremos problemas, mas devemos procurar absorver o melhor da vida.
Assinar:
Postagens (Atom)
